ExecuçãoEvitar erros e retrabalho
Encontro regular com o cliente na obra
Uma reunião presencial frequente no canteiro mantém o cliente informado e as decisões em dia.
Fonte SX · escrito e revisado pela equipe SX · curadoria técnica: Luan e Gilberto
O que considerar na obra
Defina um dia e horário fixos de visita conjunta e mantenha o compromisso mesmo nas fases mais calmas.
Por que isso importa?
Vendo a obra de perto, o cliente entende o andamento, responde dúvidas no local e evita surpresas com o que já foi executado.
O que avaliar?
Pontos para conversar com quem projeta ou executa.
- Qual dia e horário funcionam para todos
- Que pauta levar a cada visita
- Como registrar o que foi decidido no encontro
Contexto e limites
A frequência de uma vez por semana, no máximo a cada duas, de preferência sexta no fim da tarde, sábado ou domingo, depende do porte da obra e da disponibilidade do cliente.
Detalhe construtivo · Semana da obra: canais e horários fixos
- 1Dia fixo para pagar (Pix, boletos) e receber pedidos de material
- 2Dono na obra: no mínimo 3 horas por semana, um pouco a cada dia
- 3Encontro presencial com o cliente na obra, uma vez por semana
- 4Depois do horário, o número profissional fica desligado
- 5Fim de semana sem mensagem de cliente, operário ou fornecedor
- 6Número profissional separado do pessoal
- 7Número pessoal: trabalho é renda e dignidade, não identidade
- 8Insônia ou medo de abrir o WhatsApp: procure psicólogo ou psiquiatra
- Pix ou pedido fora do horário cria «cultura de disponibilidade» e suga o dono [mt-ges-21].
- Numa obra de 1 a 2 anos a energia é recurso: quem só reage atrasa a obra [mt-ges-102].
- Mesmo leigo, quem vai gastar R$ 500 mil a R$ 600 mil na obra participa das decisões que mais consomem verba [mt-car-12].
- Hora muito cara e sem tempo para escolher e visitar a obra: talvez não compense construir [mt-out-17].
Esquema sem escala, não é projeto. Cotas com norma = leitura técnica da SX.