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Vale usar materiais que imitam pedra ou madeira?

Materiais que imitam pedra ou madeira tendem a parecer falsos e envelhecer mal.

Fonte SX · escrito e revisado pela equipe SX · curadoria técnica: Luan e Gilberto

O que considerar no projeto

Defina para cada superfície se será de material natural ou se assumirá a própria aparência, sem imitar outro material.

Por que isso importa?

Imitações perdem a semelhança com o desgaste e a moda; materiais honestos, como gesso branco ou MDF liso, envelhecem sem denunciar a cópia.

O que avaliar?

Pontos para conversar com quem projeta ou executa.

  • Onde há imitações no projeto e por que foram escolhidas
  • Que material natural ou neutro poderia substituí-las
  • Como cada imitação estará depois de anos de sol e uso

Contexto e limites

É uma posição estética: imitações podem dar vontade de reformar em cerca de 5 anos. Há exceções razoáveis, como o forro vinílico amadeirado em trechos altos e em banheiros.

Detalhe construtivo · Revestimentos internos em corte: só materiais reais

  1. 1Laje e contrapiso aderido, com aditivo químico
  2. 2Quarto: piso de madeira natural pronto de fábrica, só colado
  3. 3Painel de lâmina natural de madeira no lugar da tinta
  4. 4Atrás de painel e armário, só reboco: o fundo finaliza a parede
  5. 5Piso de pedra natural escovada no lugar do porcelanato
  6. 6A mesma pedra no piso, no rodapé embutido e na bancada
  7. 7Área úmida: armário afastado uns “dois dedos” da parede
  • Pedra é pedra, madeira é madeira: material natural envelhece bem; imitação desbota e pede reforma.
  • Madeira ao sol desbota e pede verniz periódico; pedra porosa pede hidrorrepelente: até o mármore dolomítico mancha com vinho.
  • Revestimentos de piso e parede pesam cerca de 10 a 15% da obra (mt-rev-28).

Esquema sem escala, não é projeto. Cotas com norma = leitura técnica da SX.

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