ProjetoConforto térmico e luzFacilitar a manutenção

Vale automatizar as cortinas?

A cortina motorizada ocupa espaço no vão e acrescenta um sistema a manter.

Fonte SX · escrito e revisado pela equipe SX · curadoria técnica: Luan e Gilberto

O que considerar no projeto

Avalie, vão por vão, se a automação compensa o espaço ocupado pelo trilho e pela cortina recolhida.

Por que isso importa?

Trilho e cortina recolhida ocupam parte do vão e da luz, e o motor acrescenta um equipamento que pode dar defeito e pedir assistência.

O que avaliar?

Pontos para conversar com quem projeta ou executa.

  • Qual a altura de cada vão
  • Para que lado a cortina pode recolher
  • Se haverá ponto elétrico para automatizar depois

Contexto e limites

É uma preferência de projeto: o trilho recolhe para um lado só, empilhando cerca de 1 m num vão de 3 m, e a cortina perde o toque do tecido. A exceção é a cortina de pé-direito duplo.

Detalhe construtivo · Reforço atirantado acima do forro de gesso

  1. 1Sanca com rasgo no gesso para luz linear, sem perfil de LED
  2. 2Caixas de som pequenas embutidas no forro, presas no reforço
  3. 3Fiação organizada, com conectores, antes de fechar o forro
  4. 4Perfis metálicos atirantados na laje: o gesso não suporta carga
  5. 5Coifa no reforço; ponto de energia centralizado muda ~10 cm por modelo
  6. 6Trilho da porta de correr preso no reforço, não no gesso
  7. 7Cortineiro embutido, com o trilho fixado no reforço
  • Mapeie tudo o que vai no teto (coifa, portas de correr, som, projetor, cortineiro) antes de fechar o forro.
  • Escolha o modelo da coifa antes do forro: é ele que define onde fica o ponto de energia.

Esquema sem escala, não é projeto. Cotas com norma = leitura técnica da SX.

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