ExecuçãoFacilitar a manutençãoReduzir custo

Tinta barata compensa?

Tintas que prometem render muito costumam cobrir mal e sujar com facilidade.

Fonte SX · escrito e revisado pela equipe SX · curadoria técnica: Luan e Gilberto

O que considerar na obra

Compare a linha econômica com a premium pelo custo da parede pronta, incluindo demãos e durabilidade, não só pelo preço da lata.

Por que isso importa?

Tinta que marca com dedo e esbarrão, não aceita limpeza e deixa o fundo aparecer exige retoques e repintura antes do tempo: a economia na compra volta como mão de obra.

O que avaliar?

Pontos para conversar com quem projeta ou executa.

  • Demãos previstas em cada linha
  • Lavabilidade indicada na ficha técnica
  • Ambientes de maior uso e contato

Contexto e limites

A diferença de preço para a linha premium pode ser pequena; confira preço, rendimento e desempenho das marcas disponíveis na sua região.

Detalhe construtivo · Revestimentos internos em corte: só materiais reais

  1. 1Laje e contrapiso aderido, com aditivo químico
  2. 2Quarto: piso de madeira natural pronto de fábrica, só colado
  3. 3Painel de lâmina natural de madeira no lugar da tinta
  4. 4Atrás de painel e armário, só reboco: o fundo finaliza a parede
  5. 5Piso de pedra natural escovada no lugar do porcelanato
  6. 6A mesma pedra no piso, no rodapé embutido e na bancada
  7. 7Área úmida: armário afastado uns “dois dedos” da parede
  • Pedra é pedra, madeira é madeira: material natural envelhece bem; imitação desbota e pede reforma.
  • Madeira ao sol desbota e pede verniz periódico; pedra porosa pede hidrorrepelente: até o mármore dolomítico mancha com vinho.
  • Revestimentos de piso e parede pesam cerca de 10 a 15% da obra (mt-rev-28).

Esquema sem escala, não é projeto. Cotas com norma = leitura técnica da SX.

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