Cote metais e louças em faixas de padrão
Comparar o mesmo pacote de metais e louças em padrões diferentes mostra quanto essa escolha pesa no orçamento.
Fonte SX · escrito e revisado pela equipe SX · curadoria técnica: Luan e Gilberto
O que considerar no projeto
Peça cotações do pacote completo em padrão sem marca, intermediário e premium, e defina o nível conforme o objetivo da casa: uso próprio ou venda.
Por que isso importa?
Torneiras, registros, chuveiros e cubas somam muitas peças; a diferença entre padrões, multiplicada pela casa toda, muda o orçamento de forma relevante.
O que avaliar?
Pontos para conversar com quem projeta ou executa.
- Quais peças entram no pacote cotado
- Que modelos podem ser trocados por similares mais baratos
- Que padrão o comprador ou a família espera
Contexto e limites
Os valores (R$ 50.000, R$ 90.000 e R$ 150.000) são de uma casa para venda e variam com o projeto e a região. Para venda, o padrão intermediário costuma ser o ponto de equilíbrio; na casa própria, a escolha segue o gosto da família.
Detalhe construtivo · Planilha: fase grossa fechada, acabamento com metas
- 1Fase grossa: casa rebocada e coberta, em linhas e valor fechado
- 2Acabamento com meta por categoria, ex.: R$ 70.000 de luminotécnica
- 3Estourar a meta de uma categoria tira verba de outra
- 4Feche contratos até ter 80–90% do valor congelado antes de começar
- 5Linhas que costumam faltar: INSS da obra, cobrado em até 5 anos
- 6Pedra natural: 25–30% de perda, contra ~10% do revestimento comum
- 7Paisagismo, ex.: R$ 40.000 para a jardineira
- 8Limpeza pós-obra profissional, não faxina
- 9Verba pós-obra: ar-condicionado, placa solar, cortinas
- Na fase grossa quem manda é o projeto; no acabamento o cliente escolhe, dentro das metas fixadas no início.
- Planilha montada antes de começar, nunca no meio: custo de obra não é palpite, é cálculo.
Esquema sem escala, não é projeto. Cotas com norma = leitura técnica da SX.